«O serviço aos homens por parte de um líder empresarial não está em dar a empresa aos pobres, tão-pouco está em, generoso e indefeso, imolar a empresa no contexto competitivo. O serviço, o amor que lhe é pedido consiste em tornar sustentável a empresa que lhe está confiada no preciso contexto concorrencial que a realidade lhe propõe e, assim, promover o desenvolvimento da "comunidade humana" que dela depende. Trata-se de um desafio aos investigadores, aos cientistas da economia e da gestão, aos líderes empresariais, ao mundo do trabalho, à juventude que está a chegar à vida profissional, aos líderes sociais em geral. Deixemos o amor falar dentro das empresas, dentro da economia, e esperemos para ver o que acontece.»
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- Prefácio
- A Investigação
- Introdução
- I – O acontecimento
- II – Amor ao próximo como critério de gestão
- III – O amor como simples técnica de decisão empresarial
- IV – Gestão empresarial e fundamentalismo
- V – Gestão empresarial: a questão do sentimento
- VI – Deus ama as nossas empresas
- VII – A harmonia entre o amor e as ciências de gestão
- VIII – Modificação genética do conceito de lucro
- IX – A intimidade entre amor e gestão empresarial
- X – Amor como critério racional de liderança – A ética do amor
- XI – Amor e economia: quanto vale o amor?
- XII – Amor e empresa – O amor como fator de riqueza
- XIII – A ansiedade do win-win
- XIV – A operacionalidade do amor ao próximo como critério de gestão
- XV – Amor como critério de gestão e ética nos negócios – Há alguma diferença?
- XVI – O deserto
- XVII – Liderança no topo, leading in behind e liderança lateral
- Índice