Numa altura em que o ioga, o zen, a relaxação e outras meditações orientais assumem a categoria de receitas no Ocidente, com uma grande dose de concentração mental e técnicas tão diversas quanto onerosas, a oração – um puro dom gratuito do Amor de Deus – continua a animar e a fazer viver os santos, esses verdadeiros amigos de Deus que todos nós somos em potência. A humildade, o amor e a fidelidade são as únicas «qualidades» necessárias para aceder à fonte inesgotável que é o coração de Deus.
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- Introdução
- I. A oração não é uma técnica, mas uma graça
- 1. A oração não é um ioga cristão
- 2. Algumas consequências imediatas
- 3. A fé e a confiança, bases da oração
- 4. Fidelidade e perseverança
- 5. Pureza de intenção
- 6. Humildade e pobreza de coração
- 7. A determinação em perseverar
- 8. Dar-se inteiramente a Deus
- II. Como empregar o tempo da oração
- 1. Introdução
- 2. Quando a questão não se põe
- 3. Primado da acção divina
- 4. Primado do amor
- 5. Deus dá-se através da humanidade de Jesus
- 6. Deus habita o nosso coração
- III. Evolução da vida de oração
- 1. Da inteligência ao coração
- 2. O coração ferido
- 3. O nosso coração e o coração da Igreja
- IV. As condições materiais da prece
- 1. Tempo
- 2. Lugar
- 3. Atitudes corporais
- V. Alguns métodos de oração
- 1. Introdução
- 2. A meditação
- 3. A prece do coração
- 4. O terço
- 5. Como reagir perante certas dificuldades
- Apêndice 1. Método de meditação proposto pelo padre Libermann
- Apêndice 2. Prática da presença de Deus segundo o irmão Lourenço da Ressurreição
- Índice