Um conjunto de intelectuais e artistas de primeiríssimo plano, ligados a diferentes religiões e tradições culturais, aceitaram falar das suas reflexões pessoais acerca de Deus e dialogar sobre as respostas mais íntimas para as grandes interrogações da existência humana. Martin Scorsese, Jane Fonda, David Lynch, Paul Auster ou Salman Rushdie revelam posicionamentos muito diferentes, que vão desde as conversas quotidianas com Deus e a perplexidade em relação à sua existência até à convicção de que Ele está total e friamente ausente.
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- A evidência das coisas que não se vêem
- Paul Auster – Um mistério intrigante e insondável
- Saul Bellow – Creio em Deus, mas não O incomodo
- Michael Cunningham – Somos todos filhos de Deus
- Nathan Englander – Quem quer que tenha escrito a Bíblia é Deus
- Jane Fonda – Cristo foi o primeiro feminista
- Richard Ford – Creio na redenção da arte
- Paula Fox – Deus é o nome de algo que não compreendo
- Jonathan Franzen – A realidade é uma ilusão
- Spike Lee – Já não sentia nada na Igreja
- Daniel Libeskind – Só acreditamos no momento em que vemos
- David Lynch – O bem e o mal estão dentro de nós
- Toni Morrison – A procura é mais importante do que a conclusão
- Grace Paley – A morte é o fim de tudo
- Salman Rushdie – Creio numa alma mortal
- Arthur Schlesinger Jr. – Sou agnóstico
- Martin Scorsese – Deus não é um torturador
- Derek Walcott – Acredito que acredito
- Eli Wiesel – Tenho uma fé ferida
- Agradecimentos
- Índice