[…] Pretendemos responder a duas questões basilares: “Face à complexidade de um determinado quadro sintomatológico, estaremos diante de uma perturbação demoníaca ou de uma perturbação mental?”; e ainda: “Como exercer a cura pastoral, de modo genérico numa sociedade marcada pela superstição, e de modo particular na confirmação de uma perturbação demoníaca?”.»