Os nossos poetas escabujam palavras, amontoam-nas, uma lixeira de detritos onde a variedade de colorido, de odores é colossal. Para os compreender, um esforço inaudito pedido à sensibilidade e à inteligência. A mescla de sensações e pensamentos não destoa num poema. O que destoa é não haver sensação nenhuma e o pensamento estar ausente como a água no deserto.
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- Índice
- Prefácio
- Parte I
- Livro I
- Livro II
- Livro III
- Livro IV
- Livro V
- Livro VI
- Livro VII
- Livro VIII
- Livro IX
- Livro X
- Livro XI
- Livro XII
- Livro XIII
- Parte II
- Livro XIV
- Livro XV
- Livro XVI
- Livro XVII
- Livro XVIII
- Livro XIX
- Livro XX
- Livro XXI
- Livro XXII
- Livro XXIII
- Livro XXIV
- Livro XXV
- Livro XXVII
- Epílogo
- Pequeno dicionário