O corpo de uma rapariga foi abandonado num velho celeiro de um terreno rural no sul de Inglaterra. O assassino deixou-a fechada dentro de um contentor metálico cuidadosamente posicionada em frente a uma câmara de vídeo ligada a um smartphone. É um dos seus prazeres secretos, ficar a admirar o resultado da sua obra, a decomposição progressiva do corpo.
Porém, quando chegou a casa e ligou o ecrã, algo lhe chamou a atenção: pareceu-lhe vislumbrar o corpo da rapariga a mexer-se. Primeiro, um pequeno gesto, depois outro mais. Afinal, estava viva. Alguma coisa correu mal. Primeiro, isso começou por irritá-lo, mas depois recompôs-se. Já não conseguia conter o entusiasmo e a ideia de repetir tudo novamente.
Entretanto, a polícia recebeu a participação do desaparecimento de uma jovem com problemas de álcool. A contar com esta, é a décima sexta vez que está desaparecida. Parece uma perda de tempo. Mas a detetive Maddie Ives tem um mau pressentimento e decide investigar.
O tempo escasseia. O assassino já identificou o seu próximo alvo. E a rapariga dentro do contentor não pode esperar mais. Apenas uma ténue esperança lhe permite supor que a sua história ainda não chegou ao fim.
«Um livro incrível! Impossível de largar!» Goodreads
- Cover
- Title page
- Copyright page
- Índice
- De port said a suez
- Ramalho ortigão
- Brasil e portugal
- A Inglaterra e a frança julgadas por um inglês
- Vítor hugo
- Três prefácios
- A Academia e a literatura
- A Europa
- OS Maias
- A Decadência do riso
- OS Grandes homens de frança
- UM Santo moderno
- A Europa em resumo
- UMA Coleção de arte
- Espiritismo
- AS Rosas
- Cozinha arqueológica
- O Bock ideal
- UM Génio que era um santo
- A Revista
- NA Praia
- NO Mesmo hotel
- Antigas visitas
- França e sião
- Encíclica poética
- O Marquesinho de blandford
- A Rainha
- Eduardo prado
- Almanaques
- A Crítica a “os maias”
- Três Americanos